Past TEDx event

TEDxINCA

Nós!

Took placeDecember 4, 20251:00 PM - 4:00 PM (GMT-3)
LocationRio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
FormatInternal
O TEDxINCA de 2025 traz como o tema a força do coletivo que construiu, desenvolveu e que movimenta o Instituto Nacional de Câncer: NÓS! O evento deste ano tem como objetivo refletir sobre a nossa jornada enquanto instituição e como indivíduos. Queremos dar destaque às vozes dos trabalhadores, permitir que suas ideias, inquietações e experiências sejam compartilhadas, contribuindo para a construção de um INCA mais colaborativo e inclusivo. A perspectiva de futuro é também um eixo central dessa reflexão: como podemos, juntos, moldar o INCA do amanhã, mantendo sempre o foco no cuidado, na pesquisa e na inovação? Nosso olhar também se volta para o passado, para as raízes que deram origem a esta grande instituição. O INCA foi, e ainda é, construído por cada um de nós, desde a sua fundação até os desafios diários que enfrentamos. O evento nos convida a lembrar das conquistas e das lições do passado, ao mesmo tempo em que nos instiga a continuar a edificação do nosso legado, reafirmando nosso compromisso com a saúde e o bem-estar das pessoas. "Nós", portanto, é um convite para celebrar a nossa história, refletir sobre o nosso papel no presente e construir um futuro coletivo mais forte. Por fim, "Nós" nos remete à ideia de rede. Uma rede de vínculos que, embora formada por fios distintos, se interconecta de maneira a criar algo maior e mais forte. Cada profissional, cada setor, cada experiência agrega uma força única, que ao se unir, forma uma estrutura resiliente e capaz de enfrentar os maiores desafios. O TEDxINCA 2025, ao reunir todas essas perspectivas, convida-nos a entender que a verdadeira força do INCA está no entrelaçamento das nossas experiências e propósitos, e que é através dessa união que continuaremos a transformar e salvar vidas.

Speakers

Speakers may not be confirmed. Check the event website for the latest lineup.

  • Alessandra Pereira

    Ritmos de convivência

    Doutora e mestre em Saúde Coletiva, especialista em gestão de serviços de saúde e saúde da família, enfermeira, analista senior em C&T Neste talk, o palestrante usa três instrumentos do carnaval — tamborim, xequerê e agogô — para refletir sobre convivência, diversidade e colaboração no INCA. A partir de uma pesquisa realizada dentro do próprio instituto, que revelou quem são as pessoas que trabalham aqui, suas realidades e desafios, ele mostra como cada história tem um ritmo e como, juntos, podemos criar harmonia. Assim como nos blocos, onde um ajuda o outro a entrar no compasso, este é um convite a transformar o ambiente de trabalho em uma comunidade mais inclusiva, acolhedora e feliz para todos.

  • Bruno Oliveira

    Tecidos de Nós

    Doutor em Filosofia (UERJ); Mestre em Ciência da religião (UFJF); bacharel em Teologia (STBSB/BENNETT); Licenciado em Filosofia (UCAM); Capelão Titular do INCA HC-IV (Unidade de Cuidados Paliativos) e do PLACI - Cuidados Extensivos; Membro do conselho do IAMS - Instituto Ana Michelle Soares; Professor Universitário. Tem experiência na área de Teologia, Filosofia, Espiritualidade e Saúde. Tecidos de Nós apresenta a espiritualidade como aquilo que costura o INCA: os encontros, as dores, os gestos e os sentidos que cada pessoa traz. O palestrante mostra que o hospital é feito de fios humanos — profissionais, pacientes e famílias — que se entrelaçam no cuidado mútuo. Ele compartilha como sua própria trajetória, de teólogo a filósofo, foi transformada pelas histórias do INCA, e como a espiritualidade não é oposição à ciência, mas o fio que une técnica, afeto e presença.

  • Layla Fassarela

    Quadrinhos: A arte de dar voz às crianças e adolescentes

    Farmacêutica- Bioquímica, atriz e roteirista. Doutoranda em Ensino em Biociências e Saúde na linha de Ciência e Arte pela FIOCRUZ. Atualmente trabalha como bioquímica no INCA e na área artística já atuou como atriz em peças , curta metragens e novelas; já escreveu peças de teatro e roteiros para o cinema. Por trabalhar com crianças em tratamento oncológico, tem como objetivo pessoal e profissional escrever histórias que diminuam o medo e o estigma envolvendo o câncer infantil; unindo as duas profissões : ciência e arte. Neste talk, vamos conhecer a história de uma profissional de saúde que há 15 anos acolhe — com técnica, escuta e arte — crianças e adolescentes em tratamento oncológico no INCA. A partir de dados alarmantes sobre o câncer infantil e de vivências profundas no setor de coleta, ela nos mostra como a falta de informação aumenta o medo e o abandono do tratamento, e como a arte pode ser um caminho para dar voz às crianças em meio ao adoecimento.

  • Luiz Teixeira

    Memória, Pertencimento e Transformação: A trajetória do INCA

    Pesquisador do Departamento de Pesquisas em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz e professor do Programa de Divulgação Científica da instituição. Também é professor permanente e coordenador adjunto do Mestrado Profissional em Saúde da Família da Universidade Estácio de Sá. Pesquisador de produtividade do CNPq, atua nas áreas de saúde da mulher e de história e memória institucional. Publicou livros e artigos sobre parto, nascimento e câncer de colo e de mama, além de estudos sobre a trajetória do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e, mais recentemente, do Instituto Fernandes Figueira. Este talk conta a história viva do INCA — não apenas como instituição, mas como comunidade construída por pessoas, memórias e práticas que atravessam décadas. Mais do que fatos históricos, ele mostra como a identidade do INCA foi sendo tecida pelo pertencimento, pelos rituais, pelas lutas e pelos desafios compartilhados por seus profissionais.

  • Ursula Freitas

    O conflito como matéria-prima inesgotável

    Advogada Colaborativa, mediadora de conflitos, professora, palestrante, escritora, atua há mais de 15 anos no mercado ajudando famílias e empresários a se comunicarem e estabelecerem acordos adequados e sustentáveis no tempo. No talk a palestrante traz um dado impactante: só este ano, o TJ/RJ passou de 1,5 para 1,6 milhão de processos — sinal claro de como o conflito está presente e cresce diariamente. A reflexão central é sobre como percebemos o conflito. Podemos enxergá-lo como parte natural da vida em sociedade — resultado de histórias, formações, experiências e visões diferentes — ou como algo negativo, onde sempre há um vencedor e um perdedor. E essa segunda percepção tem efeitos reais no corpo: mais de 44 reações fisiológicas, como pupila dilatada, sudorese e aceleração cardíaca — o famoso modo “luta ou fuga”. A provocação final é: de que forma estamos atuando nos conflitos do nosso dia a dia? E, mais importante, qual realidade queremos co-construir a partir das nossas escolhas?

Organizing team