As organizações são dirigidas, com frequência, segundo o "modelo super-galinha", em que o valor assenta em empregados excecionais muito melhores que os outros. Contudo, não é isso que motiva as equipas de maior êxito. A líder empresarial Margaret Heffernan observa que é a coesão social — construída nas pausas para o café, sempre que um membro da equipa pede ajuda a outro — que, com o tempo, leva a bons resultados. É uma alteração radical do modo de pensar sobre o que nos leva ao nosso melhor trabalho, e sobre o que significa ser um líder. Porque, conforme diz Heffernan: "As empresas não têm ideias. Só as pessoas as têm".
