A IA está a transformar incrivelmente o mundo, mas há uma coisa que não consegue fazer: amar. Numa palestra visionária, o cientista de computadores Kai-Fu Lee detalha a forma como os EUA e a China estão a impulsionar uma revolução profunda na aprendizagem — e partilha um modelo de como os humanos podem prosperar na era da IA, aproveitando a compaixão e a criatividade. "A AI é um feliz acaso", diz Lee. "Está aqui para nos libertar dos trabalhos de rotina, e está aqui para nos relembrar o que é que nos torna humanos."

